29 de mar de 2012

Tradição e vanguarda na moda


Da moda ecológica de um designer que já vestiu Lady Gaga a um olhar futurista sobre o tradicional quimono e um desfile de streetwear que atraiu mais de 10 mil pessoas, a Semana de Moda do Japão colocou em foco a irreverência e a diversidade pelas quais Tóquio é, há muito, conhecida.
 
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Tradição e vanguarda na moda
No ano passado, o evento da primavera foi cancelado devido ao terramoto e tsunami devastadores, que lançaram uma crise nuclear que levou a cortes de energia, mas o evento de outubro teve lugar nas datas previstas, e agora deu lugar à extravagância para o outono-inverno.
O desfile na passerelle de Tóquio destacou os estilos de rua, num esforço para focar as atenções nas marcas japonesas de pronto-a-vestir, numa altura em que elas próprias esperam chegar à cena internacional, numa produção de cinco horas direcionada para a juventude trendsetter do país.
«Acredito que com este desfile, o Japão, um líder da moda, tem o potencial para cruzar as fronteiras internacionais», revelou Natsuki Kato, modelo e atriz que pisou a passerelle no evento.
Cerca de 15 mil fãs saíram à rua para ver o desfile, que teve lugar num feriado nacional, bem no meio da Mercedes Benz Fashion Week, que decorreu até ao dia 24 de Março e apresentou designs para «consumidores de vestuário reais» em vez de figurinos avant-garde.
Entre os destaques esteve a presença de Kyary Pamyu Pamyu, que representa a chamada subcultura de moda de rua “Harajuku” (o nome de um bairro de Tóquio, popular entre os jovens), que engloba desde o gótico aos modelos que parecem vindos de um desenho animado.
«O que torna a moda Harajuku única é como as raparigas escolhem representar-se a si próprias com confiança, de uma forma que é agradável – não apenas de uma forma “gira” mas também com alguma ousadia», afirmou Kyary Pamyu Pamyu. «Por exemplo, tenho globos oculares e ossos na minha roupa. Não é apenas giro, é igualmente um pouco sombrio», acrescentou.
Num piscar de olhos à tradição, sendo a terceira geração de designers de quimonos, Jotaro Saito desvendou “Futurismo”, uma coleção que, espera ele, irá dar ao vestido tradicional do Japão um toque moderno.
Os modelos desfilaram na passerelle com as sandálias tradicionais, e com o cinto “obi” a cingir a cintura, mas os tecidos tinham linhas horizontais, xadrezes e, um ou outro, até bolinhas.
«O Japão tem coisas muito tradicionais mas o mundo ainda nos procura pela subcultura, como anime e jogos de computador. Uma cultura onde o novo e o clássico coexistem – penso que isso é fascinante», indicou Saito.
Apesar da enfâse na moda, as preocupações da nova realidade do Japão pós-catástrofe surgiram na passerelle.
Masanori Morikawa, que criou o fato usado por Lady Gaga no MTV Aid Japan Award 2011, introduziu um tema “verde” inspirado pelas preocupações ambientais e pela crise nuclear em Fukushima, a norte de Tóquio.
Morikawa, o designer por detrás da marca “Christian Dada”, que também dirige, mostrou uma coleção outono-inverno intitulada “Lost”. «Fui movido pelas notícias como as de Chernobyl e acontecimentos semelhantes e quis expressar através desta coleção a questão de se teríamos ou não um lugar a onde regressar», indicou.
Os modelos desfilaram sobretudo em preto sob luzes verdes como que sob um dossel florestal. Na passerelle surgiram as suas joias em pele, inspiradas pelo punk e que são já uma imagem de marca, que adornaram coletes, com novas adições de vestidos mini justos e em verde.
O desfile incluiu uma instalação visual no final, com uma gaiola de pássaro que se transforma num anjo a desvanecer – uma cena que aponta para o renascimento, segundo Morikawa. «Não quis que as asas do anjo tivessem uma direção específica mas quis mostrar que há a possibilidade de ir em qualquer direção», concluiu Morikawa.
 
fonte: Reuters

H&M com marca de luxo?


Depois de colaborar com nomes ilustres na alta-roda da moda, como Lagerfeld, Lanvin ou Versace, a H&M pode, em breve, dar um passo em frente e lançar a sua própria marca de luxo. Uma notícia que surge dias antes da coleção Glamour Conscious Collection, já usada na passadeira vermelha, chegar às lojas.
 
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H&M com marca de luxo?
 A H&M pode estar a preparar-se para entrar no mercado de luxo, com o lançamento de uma nova marca de vestuário. A gama será mais cara do que a marca COS, segundo o jornal sueco Dagens Industri. A notícia dá conta que o designer Behnaz Aram, que supervisiona o novo negócio, será o responsável pela coleção.
Uma porta-voz da H&M indicou que a retalhista sueca está a analisar novas ideias mas não confirmou os rumores. «Estamos constantemente à procura de novas ideias; é uma parte natural do nosso trabalho», afirmou Charlotta Nemlin. «Contudo, não há nada de novo que possamos dizer neste momento», acrescentou.
As notícias surgem após a colaboração com a Marni ter chegado às lojas no início deste mês. A gama está disponível em cerca de 260 pontos de venda H&M e online e propõe vestuário e acessórios com os célebres estampados da marca italiana.
Analistas da indústria questionam se uma entrada no luxo seria um sucesso para a H&M, normalmente associada a moda de preços acessíveis. No entanto, a colaboração passada com nomes da moda de luxo como Karl Lagerfeld, Stella McCartney, Jimmy Choo, Lanvin e Versace pode ser uma boa plataforma para chegar, com êxito, aos consumidores de gamas mais altas.
Além disso, a H&M conseguiu já o apoio de figuras de topo, como as atrizes Michelle Williams, Amanda Seyfried, Kristin Davis e Viola Davis, para a sua coleção Glamour Conscious Collection. Uma coleção “verde”, feita a partir de matérias-primas sustentáveis como algodão orgânico e cânhamo, assim como poliéster reciclado, que chegará às lojas a 12 de abril.
Ao conjunto de saia preta e top pérola usado por Michelle Williams na passerelle dos BAFTAs, que granjeou o fascínio de muitos fashionistas, junta-se uma seleção de saias maxi, com abertura até à coxa, calças e tops com preços acessíveis, assim como um vestido de noite inspirado em McQueen, com folhos, cujo preço ascende a 299 euros.
A gama, que conta também com uma seleção de peças para homem e criança, estará à venda em 100 lojas H&M espalhadas pelo mundo e online.
fonte: Portugal Têxtil

Milão fora de moda virtual


Com as redes sociais e os blogues a dominarem o mundo da moda, os observadores consideram que a Itália, na linha da frente das tendências, arrisca-se a ficar para trás no que toca à Internet.


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Milão fora de moda virtual
 «Milão está sempre muito à frente de todos na moda, mas atrás de todos em tecnologia», afirma a blogger de moda Rink Olga à saída de um desfile da Gucci durante a Semana da Moda de Milão. «Tenho a certeza de que vai recuperar eventualmente, mas isto não é Nova Iorque. Milão é lenta, graciosa. As pessoas aqui demoram o seu tempo», acrescenta.
Uma das aplicações fundamentais para o iPhone nos desfiles em Nova Iorque e Londres – Fashion GPS – está apenas a começar em Milão. A aplicação permite aos utilizadores fazerem o registo em eventos e o check-in com um código de barras pessoal e já tem cerca de 6.500 membros. «Em Itália, todos preferem convites em papel», revela Jennifer Jann, diretora de marketing global da empresa sedeada em Nova Iorque.
Salvo Testa, professor de gestão de moda na Bocconi University em Milão, refere que as principais marcas italianas estavam a recuperar. «Podem ter sido lentas a perceber, mas as redes sociais e os blogues são agora a maior área de investimento», explica Testa. «Os vídeos são cada vez mais utilizados para criar uma forte ligação emocional com a marca de uma forma mais viral e mais económica do que a publicidade convencional».
Num aceno às gerações cada vez mais ligadas à alta tecnologia, a Prada lançou um vídeo chamado “Folding In Love”, que simula um videojogo no qual um par de óculos de Sol corre através de diferentes galáxias antes de encontrar a sua alma gémea. Já a Miu Miu divulgou uma curta-metragem intitulada “O vestido da mulher”, na qual um ritual Sapphic transforma uma mulher afogada num vestido vermelho.
A alta-roda da moda abraçou a Internet e centenas de milhares de fãs dos maiores nomes do negócio podem agora reservar online os seus lugares na primeira fila dos desfiles e encomendar as roupas mais recentes, muito antes de chegarem às lojas.
Os vídeos online levam os espetadores ao mundo dos bastidores dos desfiles, enquanto celebridades são “apanhadas” a vestir as criações mais recentes e são oferecidas promoções exclusivas aos fãs no Facebook como perfumes da marca ou bandas sonoras dos espectáculos.
À medida que as marcas aumentam a sua exposição nas redes sociais e fóruns de discussão, explorando o fenómeno da “palavra de boca da Internet” em mercados em expansão como a China, os fãs de moda publicam as fotografias das suas peças favoritas em blogues.
Num relatório sobre o luxo digital publicado em Novembro passado, a associação comercial italiana Altagamma revelou que os blogues e os média sociais estão agora a definir tendências mais do que os críticos de moda, com 50% dos consumidores a seguirem os seus conselhos antes do ato de compra.
Aqueles que querem adotar os estilos mais recentes vão a websites de moda de luxo como Net-a-Porter, mywardrobe.com e Gilt, que possuem promoções momentâneas onde oferecem descontos de 50% a 70% em marcas de gama alta exclusivamente para os membros. O Moda Operandi, um serviço online fundado por um ex-executivo da Gilt e um editor da Vogue, permite que os membros comprem peças de coleções dos desfiles antes destas chegarem às lojas.
«A moda e o luxo abandonaram finalmente o “Hall of Fame” dos desfiles, celebridades e jornalistas de topo para desenvolver relacionamentos com os verdadeiros consumidores», conclui Testa.
 

27 de mar de 2012

MODA BRASIL & MUNDO - Página-Grupo -Sorteios

Amigos, as vezes é preciso escrever, falar... dizer o que sente. A palavra é forte e muitos não sabem usar.
Usam para julgar pessoas. A palavra tem uma força impressionante e uso esta força a meu favor.
Não para machucar, mas para tentar entender o mundo, as pessoas e a mim mesma. Entender o ser humano e suas atitudes. Entender meus erros. Entender que somos humanos e feios. Sim somos feios em nossas atitudes e julgamentos. E erramos tanto... e temos o poder de destruir  pessoas com as palavras. Ou pelo menos tentar.
Como sabem este blog foi criado para dividir com amigos as minhas impressões sobre moda. Criei o grupo Moda no Facebook, que hoje possui mais de 7000 membros e a página Moda Brasil &  Mundo. Adoro!


O Grupo-  O grupo começou de uma idéia de juntar as pessoas  pra falar de Moda. Sem medos, sem preconceitos. Como sabem , trabalho com moda há mais de 17 anos , sou Designer de Moda, formada.  

No mundo da moda, apesar de amar, senti uma dificuldade imensa de comunicação, de expressão... muitos dos colegas, envolvidos com os próprios egos, medos, preconceitos... triste isso.  E eu queria juntar, comunicar, somar, unir. E deu tanto certo.... Cada  dia gosto mais do grupo!

Na universidade a mesma dificuldade. Um ramo tão criativo e não conseguíamos unir. O somar era com poucos e tinha muita confusão.  Aceitar as diferenças, viver com as diferenças era a verdadeira barreira a transpor!
Aprendi...  E foi o respeito que aprendi. Respeitar o grupo, as pessoas, as escolhas. Respeitar as diferenças.  Entender que a evolução começa dentro da gente quando respeitamos a cultura, a forma de vida, e o modo de ser das pessoas...
No grupo reafirmei laços que eu já tinha com alguns administradores,  e criei novos com outros. Aprendi e continuo aprendendo com cada postagem. Curto todas. Muitas coisas não fazem o meu estilo, mas me acrescentam em idéias .Incentivo com o "Curtir"  para que todo o grupo continue interagindo com informação.
Pela data, creio eu , é o primeiro grupo MODA do Brasil, mas não importa ... primeiro , segundo, terceiro, o importante é a comunicação.  As pessoas curtem, opinam, discutem, informam, mostram o que gostam. Mostram a moda cada um da sua forma, cada um do seu jeito.

A Página - A página foi criada a partir do Grupo, onde eu gostaria de partilhar as melhores informações de Moda, num espaço  que não tinha marca específica  a ser divulgada , sem comercialização. Compartilho várias postagens de blogs que eu adoro. Informação e conhecimento para abrir os horizontes .

A moda esta numa página democrática, sem fronteiras. A moda estava livre para mim....  A Moda Brasil & Mundo,  onde o Brasil mostra a sua visão de moda para todos os faces rsss  e as postagens do mundo, se tornam fonte de conhecimento para estudantes, pessoas que gostam, que enxergam a moda além das aparências, com muita informação, tudo o que eu queria, tudo de bom. E  a informação chegava , e partilhava minha visão de moda. Para que? Por puro conhecimento, Por amor a moda. Porque só o conhecimento muda a visão das pessoas. O conhecimento tira a venda dos olhos para a realidade.

Recentemente em parceria com algumas marcas fiz sorteios. Não para chamar atenção sobre mim, mas sobre o blog, sobre a página, pelo conhecimento que queria expandir ... A leitura, a imagem, a moda... queria a divulgação deste trabalho, através da página.
Infelizmente , talvez por ignorância minha, o sorteio não deu certo.... não pelo aplicativo... mais uma vez por ignorância  fiz o sorteio e não encerrei o sorteio no site.  Os prêmios como comprovados foram entregues porém  continuava lá... em aberto. Pela página começamos a receber várias mensagens ofensivas de pessoas que ao invés de perguntar, atacavam.  Que desconfiavam da não entrega  dos prêmios. Algo que me fez mal... confesso. Que pena... sempre fui aberta a melhorar, a escutar, e ouvi todas as opiniões, todas as sugestões, li e reli todas as reclamações. É claro que jamais iria deixar postada num blog que é destinado a conhecimento, postagens ofensivas onde a intenção era atacar e destruir um trabalho que amo. O leitor que curtia a página não queria isso. Ler e acompanhar mensagens ofensivas .
É claro que apesar de não agradar a todos, lancei um novo sorteio...Era preciso resolver a questão, o melhor caminho, para algo que não podia ser mudado.  Não era problema de prêmio, de entrega de prêmio ou do valor do material... não.   Era de acertar um erro cometido por ignorância rsss E me perdoem,  com humildade afirmo, realmente errei... mas aprendi!
Aprendi  que eu erro , sou humana além da conta rsss.
Aprendi que o ser humano é capaz de imenso amor, mas também de imensa crueldade.
E que palavras podem destruir um sonho, um objetivo, uma idéia.
Aprendi que com palavras  posso mudar algo.A palavra pode ser usada com amor, para construir, para unir.
Aprendi que  ter caráter é algo que faz parte da gente  ,  independente do que digam. Porque é algo que vem com o nascimento, com a  criação, e do próprio amor que tenho pelos meus filhos, pelo trabalho e pela vida.
Sempre há um caminho, as soluções aparecem .
Falar é melhor que gritar.
Ouvir é sempre o melhor caminho.
Julgar e atacar  é para aqueles que vivem com medo. Medo  que os outros percebam os próprios defeitos.

A certezas que tenho é que de tantos que estão  pra te empurrar pra baixo tem sempre alguém pra te levantar.
E que apesar de tudo...a gente sempre acaba aprendendo. Porque aprender é viver.

Reflexões...

Kris Melo







8 de mar de 2012

Nova era na Benetton


A família Benetton deverá ser bem-sucedida na compra das restantes ações a acionistas minoritários – e posterior saída da Bolsa de Valores – após o parecer positivo de alguns especialistas na área das finanças. Mas dar a volta à empresa italiana, atualmente em dificuldades, não será a mais fácil das missões.
 
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Nova era na Benetton
 Tanto a Morgan Stanley, que aconselha os diretores do conselho de administração, como a HSBC, que aconselha os membros da administração independentes, indicaram que a oferta de 4,6 euros por ação oferecida pela holding Edizione, detida pela família Benetton, é justa, segundo o anúncio publicado no website da Benetton.
Dos oito analistas inquiridos pela Reuters, apenas três esperam que a família Benetton aumente a sua oferta, enquanto cinco não veem razão para melhorar o negócio, tendo em conta o preço das ações historicamente baixo que a Benetton tem neste momento, após uma década de vendas estagnadas e um mercado de valores italiano atingido pela crise.
As ações da Benetton, famosa pelas suas camisolas com cores vivas, estão atualmente ligeiramente acima dos 4,6 euros oferecidos desde que a proposta foi tornada pública no início de Fevereiro.
O relatório da HSBC era muito antecipado pelos analistas, que afirmavam que a recusa da oferta – um prémio de 6% sob o preço médio dos últimos 12 meses – podia atrair investidores estrangeiros. Com nenhum dos acionistas a deter mais de 2%, a oferta deverá agora encontrar pouca resistência.
Isso poderá representar, contudo, um negócio melhor para a família Benetton, que irá pagar 277 milhões de euros para ganhar o controlo total do grupo cujo valor de mercado caiu 40% em 2011, para cerca de 850 milhões de euros, longe dos 4 mil milhões de euros atingidos em 2000.
Mas depois de um quarto de século na Bolsa de Valores de Milão, a saída marca o fim de uma década difícil para a retalhista italiana, que foi muito atingida pela emergência de rivais mais flexíveis como a Zara e a H&M.
Entre 2000 e 2010, o volume de negócios da Benetton permaneceu quase inalterado, em cerca de 2 mil milhões de euros. Em comparação, as vendas na rival Inditex aumentaram quase cinco vezes no mesmo período, para 12,5 mil milhões de dólares.
Embora as suas campanhas publicitárias controversas tenham tornado o grupo famoso em todo o mundo, não conseguiu reduzir a sua exposição aos mercados europeus, que registaram crescimentos reduzidos nos últimos 10 anos.
Quase metade das suas vendas é realizada em Itália, onde os consumidores estão a sentir a crise da dívida da Zona Euro. A marca está agora a crescer na Índia, mas não conseguiu ainda disseminar-se na China.
«O que está a afetar a Benetton é a sua fraca performance na Ásia até agora, em comparação com outros retalhistas italianos», indicou um analista sedeado em Hong Kong. «As marcas “made in Italy” têm um enorme potencial de exportação junto dos consumidores abastados e que procuram refletir o seu estatuto na Ásia, pelo que é incompreensível que a Benetton não esteja a beneficiar desta tendência», sublinhou o analista. «A administração não deve estar a prestar atenção aos desenvolvimentos no mercado de consumo mundial nos últimos 10 anos», acrescentou.
Em comunicado, a Benetton afirma que a saída da Bolsa irá dar à administração uma maior flexibilidade no curto e médio prazo para reestruturar o grupo sem a pressão do mercado.
O grupo vai investir fortemente no portefólio imobiliário, abrindo novas lojas em localizações Premium para aumentar a sua visibilidade em mercados estratégicos, indica o documento, usando a liquidez do grupo e linhas de crédito. «Contudo, não podemos descartar que esta estratégia irá ter um impacto negativo na rentabilidade e perfil financeiro do grupo no curto prazo», acrescenta.
A oferta de compra, que foi aprovada pela autoridade de regulação do mercado Consob, decorre de 5 a 30 de Março.
A Benetton nomeou a Morgan Stanley como conselheira financeira e o gabinete Gianni, Origoni, Grippo, Cappelli & Partners como conselheiro legal.
 
Fonte: Reuters

O gênio de “O Artista”


Apesar do filme “O Artista” ter sido filmado a preto e branco, o designer de figurinos Mark Bridges não descurou os pormenores de cor e textura das roupas, para criar o visual e o ambiente sumptuoso do filme. Um trabalho exaustivo que lhe valeu um Óscar da academia e o reconhecimento de Hollywood.
 
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O génio de “O Artista”
Mark Bridges – cujos trabalhos anteriores contemplaram "8 Miles", "There Will Be Blood" e "The Fighter" – venceu o óscar para Melhor Guarda-Roupa com o trabalho realizado para "O Artista", depois de ter já ganho vários prémios, incluindo um BAFTA.
Criar o guarda-roupa para a ode silenciosa, a preto e branco, a Hollywood, que tem lugar nos anos vinte e início dos anos trinta, foi uma aposta arriscada para Bridges, que teve de se manter fiel às modas de um período e assegurar-se que se destacavam no ecrã.
Alguns dos figurinos, que estão em exposição até ao final de Abril no Fashion Institute of Design and Merchandising em Los Angeles, juntamente com outros de cerca de 20 filmes lançados em 2011, mostram uma inesperada variedade de cores e tecidos.
«Tive de criar um mundo real para os atores incorporarem, viverem e criarem a sua vida imaginária», explicou Bridges. «E havia também uma pequena possibilidade real de que alguns mercados no mundo quisessem ver o filme a cores», acrescentou.
Por isso, o designer americano considerou as cores a serem usadas como se estivesse a trabalhar em qualquer outro filme, mas deu ainda mais atenção aos tecidos. «Tinha de contar a história com as texturas – lamés, cetins ou o que fosse. Essa era a linguagem que tinha de usar», indicou..
Também jogou com os contrastes para um efeito dramático, contando a história da ascensão e queda da estrela do filme George Valentin (Jean Dujardin) e como a ingénua Peppy Miller (Berenice Bejo) o arrastou para a era dos filmes falados. «Quando George está no topo da sua carreira, há muito contraste – branco, na camisa branca, e preto, no fato preto. É assim que o vejo logo no início», explicou Bridges.
No início do filme, quando Miller é mostrada como uma grande fã de Valentin e não a estrela em que mais tarde se irá tornar, as suas roupas não se destacam tanto – para explicar o seu lugar na hierarquia de Hollywood. «O vestido coral que Peppy usa no início tem, na verdade, um valor mediano a preto e branco», explicou o designer. «Coloquei poucas coisas contrastantes, como o colar branco e o chapéu branco, apenas para a destacar da multidão, porque é a personagem feminina principal», acrescentou.
O corte e ajuste das roupas também traçam a evolução das personagens, afirma, sublinhando que «à medida que as suas sortes mudam, também muda o contraste. Quando George tem a sua queda e perde todo o seu dinheiro, os seus fatos tornam-se diferentes. Tornam-se um pouco maiores e com um fitting mais desajustado, mesmo as camisas. E usei os tecidos que caem mais», referiu Bridges. «É muito subtil mas é tudo menos preciso e perfeito do que a sua vida era anteriormente», acrescentou.
A maior parte dos figurinos para as estrelas do filme foram feitos de raiz, já que os tecidos do passado não conseguiriam suportar os difíceis horários de filmagem de hoje em dia, segundo o designer. Mas para os papéis mais discretos, apoiou-se no vasto arquivo de figurinos disponível em Los Angeles. «Trabalhámos com um orçamento muito modesto por isso foi ótimo estarmos em Los Angeles para podermos usar os recursos das casas de figurinos», concluiu.
Fonte: Portugal Têxtil

5 de mar de 2012

TRADIÇÃO PARA VENCER


Os designers de moda indianos, conhecidos pelas suas sedas brilhantes e tecidos ricamente trabalhados, têm de se manter fiéis às suas raízes e aproveitar essas forças, juntamente com a fantástica atenção ao detalhe, para serem reconhecidos mundialmente, mas sem esquecer o seu pujante mercado interno.
 
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Tradição para vencer
 Um pouco mais de uma década após a Índia ter albergado a sua primeira semana de moda, a sua indústria, a dar os primeiros passos, está a tentar entrar no mercado mundial. Mas mais de 80% dos consumidores são ainda do país, onde o rendimento disponível aumentou. «Se pegarmos na nossa sensibilidade e na nossa cultura e acrescentarmos uma dose de loucura, essa é a resposta para o futuro da moda indiana», destaca Valaya. «E penso que há um enorme mercado de todo o mundo. Enorme», acrescenta. 
Embora os têxteis, bordados e tecidos sejam importados da Índia há anos, os designers indianos têm ainda dificuldades em chegar às passerelles das semanas de moda de Paris, Milão ou Nova Iorque. Os criadores do país tentaram enveredar pelos designs ocidentais mas há poucas histórias de sucesso. Uma das exceções é Manish Arora, conhecido pelas suas roupas psicadélicas. Estreou-se na Semana de Moda de Paris em 2007 e já vestiu Kate Moss e Rihanna, entre outras.
«O problema com os indianos é que pensamos que fazemos ótima roupa de cerimónia, pensamos que fazemos um ótimo vestido, algo que vai chegar às páginas das revistas mas que não irá permitir desenvolver o negócio como um todo», sustenta Valaya, à margem da primeira edição do ano da Semana de Moda de Nova Deli. «O que temos são saberes artesanais. O que temos são tecidos, tecelagens e temos de os aproveitar, é a nossa força», acrescenta.
Ele próprio tradicionalista, Valaya é conhecido pelos seus requintados enxovais de noiva, misturando elementos da cultura e história com um estilo contemporâneo. A sua coleção de pronto-a-vestir, influenciada pelo Império Otomano, encerrou a Wills Lifestyle India Fashion Week, em Nova Deli, no dia 19 de fevereiro.
Numa indústria de moda cada vez mais globalizada, há uma mudança percetível em direção ao Leste, que Valaya atribui aos mercados emergentes da Índia e da China. «O foco está agora a mudar para esta parte do mundo – China, Índia», afirma. «Estão prontos para novas coisas… essa será uma mudança de paradigma e é nisso que nos devemos centrar», sublinha.
Há duas décadas atrás, Valaya estava entre os primeiros estudantes a entrar no Instituto Nacional de Moda e Tecnologia em Nova Deli, uma ação pouco usual numa altura em que o design era considerado pouco diferente da alfaiataria. «A maior parte das pessoas pensava que era um instituto de alfaiataria», revela. «As pessoas não conseguiam compreender o conceito de ter o nome de uma pessoa numa peça de vestuário», explica.
Mesmo agora, a moda indiana de topo, que emergiu após a liberalização do país nos anos 90, continua reduzida. Representa cerca de 0,3% do valor da indústria internacional, segundo uma estimativa da Associação de Câmaras de Comércio e Indústria da Índia (Assocham).
Mas a Índia registou um enorme aumento do mercado de vestuário para casamento, que se transformou numa indústria milionária, que a Assocham acredita que deverá ultrapassar os 110 mil milhões de rupias (1,67 mil milhões de euros) em valor até 2020. Atualmente, esta indústria está estimada em cerca de 55 milhões de dólares em 2007 e cerca de 150 milhões de dólares.
As classes média e alta, com uma riqueza e orçamento disponível em crescimento, estão a criar grandes oportunidades para os designers. Mesmo os homens estão a tornar-se conscientes da moda e dispostos a experimentar. «Os homens mudaram muito. Quando comecei a minha carreira, todos casavam em fatos de três peças e agora são pavões, querem competir com a mulher», afirma Valaya, referindo-se à atual tendência de casamentos luxuosos e vestuário de designer.
Com a Índia a tornar-se num mercado em crescimento para as marcas de luxo, os designers enfrentam a concorrência no seu mercado interno das grandes casas de moda que penetraram no mercado e vendem produtos feitos para agradar aos gostos indianos como o sari da Hermès e a clutch Chandra da Jimmy Choo.
Mas Valaya vê a maior parte da concorrência no pronto-a-vestir, não na alta-costura, com marcas internacionais como Mango e Zara disponíveis no país. «Todas as marcas de pronto-a-vestir que conseguirem, vão vir para o país e o que oferecem é uma ótima qualidade, um grande mix de produtos e preços fantásticos», destaca. «Se os designers indianos não acordarem, vão trabalhar para casas de exportação. Por isso têm de fazer coisas diferentes, mas relevantes», conclui.

Fonte: Reuters

1 de mar de 2012

XANGAI ANTECIPA PRIMAVERA



A cidade chinesa antecipa a primavera, tornando-se na capital dos têxteis-lar com a próxima edição da Intertextile Shanghai Home Textiles – Spring Edition. A feira abre as portas no último dia de fevereiro e contempla as coleções de roupa de cama, mesa, banho e tecidos de decoração de cerca de 300 expositores internacionais. 
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Xangai antecipa primavera
O certame da Messe Frankfurt tem confirmada a presença de quase 300 expositores, que estarão entre 29 de fevereiro e 2 de março em Xangai para mostrar as suas mais recentes novidades.
Centrada no mercado interno chinês, a Intertextile Shanghai Home Textiles – Spring Edition, que se realiza no Centro de Convenções e Exposição Mundial de Xangai, terá, assim, um número recorde de expositores, num aumento de 19% em comparação com os números do ano passado. Entre eles há fornecedores da Áustria, China, Hong Kong, Coreia e Itália. Pela primeira vez, fornecedores das regiões de Shaozing e Tongxiang irão formar pavilhões especiais para mostrarem as suas capacidades regionais, juntando-se aos pavilhões de Haining e Yuhang. Em conjunto, estes expositores irão mostrar as suas coleções de cortinas e tecidos de decoração para a Primavera-Verão em cerca de 37 mil m2 de espaço de exposição.
No programa paralelo serão abordadas as mais recentes tendências e inovações da indústria. Nesta edição, o foco estará no desenvolvimento sustentável e na melhoria da qualidade. “Poupança de Recursos e Soluções Ecológicas para Têxteis-lar”, “Exigências Técnicas e Análise de Qualidade do Mercado de Têxteis-Lar” e “Suavidade Botânica com Lenzing Modal” são três dos temas que serão apresentados por reputados especialistas da indústria.
Esta edição da primavera irá ainda proporcionar um Tour de Introdução às Tendências interativo, onde os visitantes podem encontrar as tendências de cores e têxteis-lar antecipados pelo China Home Textiles Trends Research and Extension Atelier.
A Intertextile Shanghai Home Textiles Spring é organizada pela Messe Frankfurt (HK) Ltd, o Sub-Conselho da Indústria Têxtil, o CCPIT e a Associação de Têxteis-Lar da China.
A feira do ano passado atraiu 9.755 compradores, 96% dos quais provenientes da China. «O feedback positivo mostra que estamos a mover-nos na direção certa com as novas datas da feira, que servem melhor o mercado interno chinês», acredita Wendy Wen, diretora de feiras da Messe Frankfurt (HK) Co Ltd. 

fonte: Portugal textil
 

HOMENS COMPRAM MAIS ROUPAS


Com a recuperação do emprego, os homens americanos começam a regressar às lojas e mostram-se dispostos a gastar mais no guarda-roupa. Só em 2011, compraram quase 8,5 mil milhões de dólares em vestuário e as estimativas apontam para a continuação desta tendência de crescimento.
 
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Homens compram mais roupa
Após anos de frugalidade no vestuário, os homens americanos estão em massa nos centros comerciais, um sinal firme de que a economia está finalmente a recuperar. As vendas de vestuário masculino deverão aumentar 8,26% no primeiro trimestre, segundo o IBM Global Business Services.
No ano passado, os homens gastaram cerca de 8,4 mil milhões de dólares (6,38 mil milhões de euros) em vestuário, o que representa um crescimento de 8,21% em comparação com 2010 e a maior subida dos últimos 20 anos. As estimativas têm por base os dados do Gabinete de Censos, que irá publicar os números detalhados das vendas de vestuário de dezembro alhe no final deste mês, e não incluem as vendas na Internet. «O que está a acontecer é que os homens estão de novo a trabalhar. Era mais difícil para um homem conseguir um emprego do que para uma mulher», explica Mike Haydock, responsável da análise do retalho na IBM.
A economia usufruiu de cinco meses de forte crescimento no emprego, tendo sido criados 243 mil novos postos de trabalho no mês passado. O crescimento económico acelerou nos últimos três meses de 2011 e os dados revelados até à data sugerem que a dinâmica prosseguiu no início deste ano.
Os homens foram os mais atingidos pela recessão, que dizimou o emprego nas indústrias de produção e de construção. Embora a maior parte das perdas de postos de trabalho da crise de 2007-2009 nunca seja readquirida, os homens estão de novo a recuperar empregos.
Em janeiro, a taxa de desemprego para homens com 20 anos ou mais caiu de 8% para 7,7%, eliminando a diferença para mulheres da mesma faixa etária. A taxa de desemprego para mulheres nessa categoria caiu dos 7,9% em dezembro para os actuais 7,7%. Foi a primeira vez desde o fim da recessão que as taxas de desemprego entre os géneros foram iguais. «As mulheres ficaram com quase 40% dos empregos criados no mês passado, mas tiveram menos de 8% dos 1,9 milhões de empregos criados desde o início da retoma», refere Joan Entmacher, responsável da área de segurança económica familiar no National Women’s Law Center em Washington.
A taxa de desemprego entre os homens aumentou mais do que a das mulheres durante a recessão, mas caiu 2,2% durante a retoma. A taxa de desemprego das mulheres aumentou 0,1% desde o início da retoma.
Essa mudança está também visível nos padrões de consumo. Ao contrário do ritmo rápido antecipado para o vestuário de homem, as vendas de vestuário de senhora deverão crescer apenas 1,96% no ano passado, de acordo com os dados da IBM. Já as vendas no primeiro trimestre deverão aumentar 2,44%.
A maior parte das vendas de vestuário de homem está concentrada no grupo etário dos 25 aos 30 anos, um dos segmentos onde a falta de trabalho é elevada. O desemprego para os homens entre os 24 e os 34 anos caiu dos 9,5%.para os 9% em Janeiro.
Mas em geral, os homens estão também a vestir-se melhor, uma tendência que pode dar à economia um empurrão. «Os homens estão a comprar gravatas finas e suspensórios. Um look de negócios mais polido está na moda e os homens estão a gastar mais com eles próprios devido a uma procura contida», conclui Jill Puleri, uma vice-presidente na IBM.
 
Fonte: Reuters

O HOMEM PÓS- METROSEXUAL



Para as grandes marcas, a caracterização do homem do futuro é uma questão fundamental nas vendas. Em 1994, o termo metrossexual, abreviação de heterossexual metropolitano, foi cunhado para descrever uma raça emergente de homem: urbano, solteiro, sofisticado e pronto a gastar para ter uma boa aparência.
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O homem pós-metrosexual
 Para descobrir o que está reservado ao crescente mercado de estilo de vida masculino, a empresa de consultadoria de tendências Peclers Paris analisou o mundo à procura de comportamentos do consumidor, arte, cinema, design de produtos de alta tecnologia e o crescimento das redes sociais. Emma Fric, diretora de investigação e previsão, apresentou uma série de retratos do homem urbano no seu habitat pós-industrial do século XXI, da Europa aos Estados Unidos, passando pelo Japão e América Latina.
Primeiro existe um grupo com idades entre os 15 e os 30 anos, uma geração interligada que cresceu na era da internet. «Estamos a lidar com uma geração de homens que realmente abraçam a flexibilidade como modo de vida», explica Emma Fric. Muitos terão carreiras caracterizadas como “freelancers” polivalentes, como músico/designer/consultor. Os seus gostos são igualmente diversificados, com uma abordagem de mistura de culturas em relação à moda e à estética. E, tendo crescido com jogos de computadores, eles esperam divertir-se como consumidores.
Como o “metrossexual”, estes jovens estão dispostos a gastar dinheiro num fato, num esfoliante para o corpo ou na mais recente engenhoca tecnológica, mas esta é também uma geração que não se leva demasiado a sério. O humor é uma parte importante do conjunto: o gosto pela brincadeira absurda e a autodepreciação cómica, ao estilo dos clipes que são frequentemente virais no Facebook ou no YouTube. Como os jovens ao longo dos tempos, desafiam o sistema, mas acreditam numa mudança por dentro, usando novas formas de consumo, como grupos de compras para que as marcas ouçam as suas preocupações.
Depois existe uma segunda família de homens – geralmente mais velhos, muitas vezes mais abastados – que cultivam o gosto singular, valorizam os valores e o luxo tranquilo. «Estes são os homens que dizem: O mundo em rede é muito bonito, mas e a minha vida privada? A individualidade?», refere.
Muitos vão ser anticonformistas, com «uma margem subversiva, que não se encaixa no molde», afirma Fric. Alguns vão prosperar com a ideia de anonimato, de recriar o sigilo num mundo onde tudo está em exposição, uma tendência refletida pela influência de artistas de rua anónimos como Banksy ou o sombrio grupo de hackers on-line “Anonymous”.
«Menos é mais» é o lema para estes homens, que procuram formas escondidas de aumento de desempenho, em vez de designs chamativos. Para responder a esta procura, está a surgir uma oferta crescente de roupas e produtos personalizados com as novas tecnologias, como imagens corporais 3D a tornarem acessíveis os produtos feitos por medida a um público muito mais vasto.
Finalmente, chega o homem empenhado na reconciliação entre a natureza e a sociedade moderna. «Este é um tipo de masculinidade reforçada por uma dimensão espiritual – através de uma ligação com o mundo natural», indica. Entre os sinais desta filosofia incluem-se a tendência MovNat, a espalhar-se dos Estados Unidos para a Europa, que exorta os homens – e as mulheres – a estarem em forma movendo-se como animais, subindo a árvores com os pés descalços ou dependurando-se de cabeça para baixo.

Fonte: AFP

SAIU O GANHADOR DO QUARTO SORTEIO!



O  GANHADOR DO QUARTO SORTEIO É UM HOMEM! RSSS  O SORTUDO QUE GANHOU OS DOIS PRÊMIOS:


  • Estaremos sorteando uma sandália super fashion da Playboy.
  • Blusão Element Masculino c/ capuz



O SORTUDO É ANDRÉ CAMPIOTO! PARABÉNS ANDRÉ!


Beijos !

Kris Melo