11 de out. de 2015

AS MENINAS DO LEBLON NÃO OLHAM MAIS PRA MIM " EU USO ÓCULOS"

"Óculos", música do grupo Paralamas do Sucesso, teve muita repercussão nos anos 80. Onde mostrava o próprio Herbert Viana sendo desprezado por usar óculos.
E as coisas mudaram...
Os óculos caíram no gosto das pessoas.  Das tradicionais para as estilosas, rompendo barreiras e trazendo glamour.
Os materiais  eram limitados, a metal e acrilíco, Com quantidades reduzidas  de modelos, só diferenciados pelo tamanho ( P- M- G - GG  ) e formato ( redondo, quadrado, oval).


Os óculos hoje em dia são sinônimo de estilo, sofisticação, seriedade, inteligência , e com design diferenciado agrada até aqueles que o usam como acessório  de moda .

Óculos   marca  775  fabricado na  S7 Occhiali

Óculos Aviador  marca 775 fabricado na  S7 Occhiali



Hoje as vitrines das óticas são elaboradas de modo a atrair públicos diversos com um leque de variedades de marcas e modelos , investem nos chamados "designer de rosto" afim de facilitar o cliente na escolha do modelo apropriado. 

Óculos infantis com marcas famosas, óculos para jovens  antenados, óculos para meninas  e um sortimento enorme de estampas e cores. Prontos para agradar qualquer consumidor que tenha estilo próprio e personalidade marcante.

A necessidade do uso faz com que se invistam em modelos diversos  e o consumidor passa a ter vários tipo de opções , Troca-se a roupa, troca-se o óculos. E porque não?

Óculos 775 - fabricado por S7 Occhiali


Como bolsa, sapatos, lenços, o óculos se tornou um produto de moda, ultrapassando a necessidade médica, hoje em dia  com desfiles de modelos  apresentando as diversas   marcas de óculos .

Recentemente, viralizou nas redes sociais um vídeo de uma bebê ( Piper) a  enxergar os pais pela primeira vez, através dos óculos.  A pequena Piper tinha miopia e não  enxergava com nitidez. Simplesmente maravilhoso! A necessidade do uso não descaracteriza ninguém e pode ajudar muitas crianças com dificuldades de visão a enxergar o mundo de forma mais feliz.



Abaixo um video muito interessante sobre a história do óculos no mundo:


Hoje em dia as meninas do Leblon com certeza vão olhar quem usa óculos. Principalmente se o produto te deixar com um ar estiloso!

Beijos

Kris Melo


S7 Occhiali 
Marca: 775 Brasil

5 de out. de 2015

S7 OCCHIALI - OLHANDO O MUNDO COM ESTILO

Há 3 anos no mercado, a empresa S7 Occhiali trabalha com a criação de óculos de grau e de sol, com design moderno e atraente, com marcas licenciadas  nacionais e importadas.A fabricação dos óculos de grau é 100% nacional , com sede na cidade de Sorocaba,  possui garantia  de 36 meses.  A fábrica investe na qualidade e tecnologia, agradando o mercado ótico  com produtos de acabamento impecável e assistência técnica diferenciada.Buscando atingir o mercado juvenil a empresa possui a marca licenciada  Planet Girls, que atende o público  feminino (teen),  que busca um produto com cores da moda e estampas divertidas, aliadas a durabilidade do produto fabricado em acetato.

Outra marca licenciada é a 775 que atende o público unissex,  óculos com preços competitivos e qualidade que agrada o público jovem e antenado,  atendendo desde o tradicional  ao moderno.A  marca Polo Wear  é esportiva com um toque refinado.  Atendendo um público unissex  aliando  sofisticação e modernidade.Abaixo as marcas de modelos de óculos nacionais e importados,  atendendo todo o tipo de público e idade.


Os  óculos  importados da Itália, obedecem  todos os critérios de qualidade , com marcas de conceito inovador  de grande aceitação mundial.






Caso deseje sua própria marca de óculos, trabalhamos na criação do produto a fim de atender a sua necessidade,  com sugestões de modelos e design e  suporte de toda a produção até a entrega final.
Estamos prontos para atendê-los e nos colocamos a disposição para agendamento de demonstração de nossos produtos, com representação de profissionais treinados e qualificados na zona sul de São Paulo.

Contatos:

Cristina Tavares     cristva2007@hotmail.com                                                                                     Cristiane Melo         kristime2705@hotmail.com


Abraços


Moda Brasil & Mundo 

25 de ago. de 2015

Proenza Schouler Presents "Act da Fool" by Harmony Korine

LANVIN Fall Winter 2011-2012 Ad Campaign

To Die By Your Side - (Mourir auprès de toi) by Spike Jonze

Mademoiselle - Inside CHANEL

Kate Moss for Alexander McQueen

Walking Stories - The Feature Film

"This Must Be The Only Fantasy" | Rodarte & Todd Cole

LANVIN SUMMER / ETE 2013 AD CAMPAIGN VIDEO

T BY ALEXANDER WANG FALL 2013 UNDISCLOSED EVENT

18 de ago. de 2015

GIVENCHY DESFILA EM NOVA IORQUE



Riccardo Tisci, diretor criativo da casa Givenchy desde 2005, vai apresentar a sua coleção de pronto-a-vestir para o verão 2016 durante a Semana de Moda de Nova Iorque.

Depois de ter surpreendido no passado dia 26 de junho, com a apresentação de onze coordenados de Alta Costura no seu desfile de homem, em Paris, Riccardo Tisci revela agora que a sua coleção de pronto-a-vestir para o próximo verão será apresentada em Nova Iorque, no dia 11 de setembro. "É um dia muito delicado para a America, pelo que o desfile será uma celebração da família e do amor”, declarou Riccardo Tisci ao WWD. O desfile vai coincidir com a abertura de uma flagship store Givenchy na Madison Avenue.

Dois importantes eventos para Riccardo Tisci, que este ano comemora 10 anos à frente da casa Givenchy.

17 de ago. de 2015

Zara na linha de fogo

Depois da recente polémica que envolveu um advogado da divisão americana da Zara, acusado de discriminação religiosa e sexual, a cadeia de moda é agora acusada de segregação racial dentro e fora de portas. Umas acusações que a divisão da retalhista espanhola nos EUA refuta com veemência.
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Zara na linha de fogo
Um relatório recém-publicado sugere a existência de uma cultura corporativa assente no preconceito racial. O grupo de defesa laboral do Centro de Democracia Popular inquiriu funcionários de retalho da Zara em seis das sete lojas nova-iorquinas da retalhista espanhola na primavera passada, na sequência de alguns escândalos relacionados com projetos insensíveis por parte da cadeia de moda, como uma camisa de criança que se assemelhava a um uniforme do Holocausto.
O grupo, apoiado pelo sindicato, assegurou a participação de 251 dos cerca de 1.500 trabalhadores das lojas Zara em Manhattan, descrevendo os entrevistados escolhidos como uma «amostra aleatória». Os poderes corporativos da Zara não participaram na pesquisa, refutando as conclusões, que denominam de «infundadas».
Entre as reivindicações, o estudo afirma que os clientes negros são muito mais propensos a ser considerados potenciais ladrões do que os clientes brancos. O relatório descreve a prática da empresa de se referir a potenciais ladrões como «encomendas especiais», conduzindo à discriminação racial dos clientes negros assim que eles entram na loja.
«A maioria dos funcionários definiu amplamente o termo “encomenda especial” como um código que é usado quando alguém “suspeito” – "um ladrão em potencial” - entra na loja», diz o estudo. «Uma vez que uma “encomenda especial” é detetada e que o cliente é descrito através dos intercomunicadores, os funcionários e gerentes seguem esse cliente».
Quase metade dos trabalhadores inquiridos pela Zara (43%) não respondeu a perguntas referentes a “encomendas especiais” ou afirmaram não estar familiarizados com o termo. Dos 57% que responderam, no entanto, 46% revelaram que os clientes negros eram assim denominados “sempre” ou “muitas vezes”, em comparação com 14% dos compradores latinos e 7% de clientes brancos.
«A maioria dos funcionários acredita que os clientes negros estão codificados como potenciais ladrões numa taxa superior à dos clientes brancos», lê-se no documento. «Os funcionários afirmaram que as encomendas especiais são identificadas por se “vestirem de uma determinada maneira” e são “principalmente afro-americanos”. As encomendas especiais são também definidas como “qualquer um que pareça negro, não arranjado ou urbano”».
O Centro observou que a discriminação racial em ambientes de retalho não é nova, descrevendo desconfiança e discriminação como parte da experiência de “compra sendo negro”. «Esse preconceito permanece apesar do facto dos brancos representarem 68% dos prisioneiros adultos acusados de furto ou roubo», aponta o relatório, citando dados do FBI.
Em 2013, os grandes armazéns nova-iorquinos Macy’s e Barneys foram escrutinados pelo procurador-geral do estado, na sequência de compradores afro-americanos terem sido injustamente questionados por fraude de cartão de crédito depois de realizarem compras avultadas.
Após esse incidente, o reverendo Al Sharpton reuniu-se com o CEO dos grandes armazéns Barneys, Mark Lee, para debater formas de acabar com uma prática que o ativista dos direitos civis apelida de «loja e travessura». Ambos os casos foram concluídos em 2014.
O estudo realizado também detetou insatisfação face a situações de discriminação racial entre os trabalhadores da Zara. As conclusões do relatório indicam que os funcionários afro-americanos demonstram o dobro da insatisfação face à sua carga horária em comparação com os funcionários brancos. Afirmam, simultaneamente, que os funcionários negros são menos propensos a serem promovidos, sendo alvo de um controlo mais rigoroso por parte da gestão. Entre os cargos de bastidores, que não incluem contacto direto com o público, 68% dos empregados têm pele escura. Entre os entrevistados 54% identificam-se como latinos, 23,5% como negros e 13,5% como brancos, com uma percentagem significativamente inferior de asiáticos entre a amostra do estudo.
Um porta-voz da divisão americana da Zara condenou as alegações constantes do relatório e questionou os motivos do Centro de Democracia Popular, referindo que «a Zara USA veementemente refuta as conclusões do relatório do Centro de Democracia Popular que foi publicado sem qualquer tentativa de contato com a empresa. O relatório infundado foi preparado com segundas intenções e não por motivo de qualquer tipo de discriminação ou maus-tratos reais. Faz afirmações que não podem ser suportadas e não refletem a força de trabalho diversificada da Zara».
«A Zara USA acredita que o relatório é completamente inconsistente com a verdadeira cultura da empresa e as experiências de mais de 1.500 funcionários da Zara em Nova Iorque. Nós somos um empregador que oferece oportunidades iguais e se há indivíduos que não estão satisfeitos com qualquer aspeto do seu emprego, dispomos de vários meios para que eles levantem questões, que serão investigadas imediatamente e endereçadas», acrescentou o porta-voz da Zara.
«Cerca de metade de todos os funcionários da Zara USA é hispânica ou afro-americana. Na mais recente ronda de promoções internas na Zara USA, cerca de metade eram empregados hispânicos ou afro-americanos. Em acréscimo, cerca de metade de todas as horas são regularmente atribuídas aos empregados hispano-americanos ou africanos. Estes factos demonstram claramente que a diversidade e a igualdade de oportunidades são dois dos valores centrais da empresa. Somos uma empresa multicultural global que serve clientes em 88 países, e não tolera qualquer forma de discriminação», concluiu. 

Fonte: Forbes

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